Escopo

No escopo da saudade, é que vejo minha prisão. Fica subindo sem parar, quando me acostumo, volto ao chão. Minha mente que é a chave, de minha própria retenção. Chave que se perde no meio da multidão… Multidão que é sentir, que é amar sem reagir. As grades são construídas quando penso em liberdade, em soltar-se às mãos. A força da mente, não é bastante para o coração. O coração não funciona só para o sangue caro irmão. As velas de seu filtro estão quebradas e quebradas não podem ser, não serão. No escopo da maldade, sinto o peso de sua mão. As mãos que se dão; o corpo que se solta; o desejo que se sobra. No perder entre os beijos, no encontrar na difusão. Nas palavras, que logo frases embaralhadas, sinto angustia de pensar. A vontade de querer, me faz voltar a repensar… O escopo da minha mente é a realidade da retina, é o sentir dos pelos quando sinto. No escopo da saudade, é que sinto a visão, os pelos subindo sem parar, quando me acostumo, desmaio ao chão. Coloque agulhas nos pontos cruciais do meu escopo, perfure minha saudade, me sinta e me abrace. Eu preciso precisar… ser precisado.

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