Vermelho

A conexão é inevitável quando se usa os olhos, desta forma, caso realmente exista uma verdadeira troca de olhares, no sentido de: eu quero enxergar; quero poder lhe conhecer… O ponto de partida será necessário, pois não se protege da chuva sem antes pegar o guarda-chuvas. Tendo isso como referência, digo com a certeza de que estou certo que houve aquela esperada troca de olhares, e não só troca de olhares, existiu uma profunda observação e ao mesmo tempo apreciação em relação a ambos seres humanos.

Vermelho… vermelho é o que se via… os instintos se ativam e os pelos imediatamente se arrepiam, trazendo a mim uma certa energia, cujo acumulada, me leva até o conhecido frio. É verdade que isso não se passa de um desespero, eu não sou o melhor para lidar com esses tipos de situação, mas garanto, que posso ser o melhor se existir uma permissão, pois não consigo agir sem antes saber se posso entrar. A timidez é um pequeno problema, pequeno pelo motivo de que ela lhe controla e não lhe permite exageros. O Processo é lento, mas quando finalizado, não exista quem o reverta, essa pode ser uma afirmação equivocada relativo ao ponto de vista, mas se eu não procurar ter a minha identidade, ou melhor, encontrar minha identidade e usa-la, como poderei ser útil para as pessoas que amo, e claro, para o vermelho que pretendo amar. As soluções parecem obvias, mas não são, aparenta ser porque a vida é uma armadilha, ela lhe oferece abrigo, comida, e quando você mesmo espera… fim. Seus planos foram por água à baixo, e o que vem agora¿ A vida novamente irá lhe oferecer uma oportunidade, porém neste momento, você começa a entender, claro, este campo minado. Também existe uma compressão de que, as oportunidades são visíveis de acordo com o caminho que você procura seguir! Desta forma você percebe que a vida não foi uma armadilha e sim, o que caminho que você seguiu. Sabe o processo lento¿ É devidamente para evitar essas armadilhas, porque se algo começar a dar errado; se o estopim começar a acender, o tempo que você deu ao tempo, será retribuído, e terá chance de lamber os dedos, e apagar o que seria seu fim, pelo menos nesta parte de sua vida. Vermelho eram seus cabelos, e eu estava apaixonado. O labirinto começava a se construir em minha cabeça, eu enxergava os muros se levantando… de novo não! O amor platônico, ao mesmo tempo que presenteia com a criatividade, retira de mim o que necessita estar inteiro.

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Ponto

Tudo tem um ponto.
Seja para fim ou apenas uma meta.

Se entendes bem, por qual motivo ultrapassa a linha?
Ponto.
Tudo tem um ponto, exceto e corrigindo:
A ignorância não tem ponto, nem pontos…
Exacerbadamente engole todos.
O não saber lhe oferece autoridade.
Tolos.

Ponto, por dúvida ou por certeza.
Certeza cuja não temos.
Você pisa em qual chão?
Vida.
Todo vida merece ponto, para viver e claro conviver.

Ponha, coloque, insira pontos.

Somos nossos próprios conflitos.
Pisamos onde nossos pés estão.
Lembra do chão?
Use pontos, não ultrapasse.
Se somos nossos próprios conflitos… logo somos a única solução. Eu.

O DRAGÃO

Toda vez em que me encostava na cama, vinha em minha cabeça, o dragão. Junto com ele, sempre vinha a dor, e minhas veias pulsantes me obrigavam a tomar todos os remédios possíveis… apenas pela dor insuportável na cabeça; Apenas pelo meu patrão, o dragão.
O que eu imaginava, era desejo, aquele que a gente não sabe que têm, mas que fica enjaulado até o cadeado não ter força e despedaçar-se e, sua vida começa, você deixa de sobreviver, e tudo pelo o dragão. Agora sou um idealizador de muitos sonhos pelo simples ato de me encostar na cama e pensar. Pensava sobre minha empresa, em tudo que poderia conquistar, sobre o quanto eu poderia ajudar, e a logomarca, era ele… O dragão! Comecei a ser outra pessoa, e a dor na cabeça cada vez mais constante parecia sinais, estes que só acredito nos reais, que vejo. E novamente por pensar, passei a deixar de só pensar, e comecei a falar olhando para o espelho, louco, como diziam, e em seguida nasceram várias frases e textos, que poucos se interessariam a ponto de ler é claro. Com o passar dos tempos, vieram as lentes, que derrubaram a dor por um tempo, mas só por um tempo, enfim. O pensar sem dúvidas me transformara, seria metamorfose? Pensava de novo, e de repente mais perguntas como: É só comigo, ou todos os seres passam pelo o dragão. As minhas falas em público foram ficando sem volume, mas os meus ouvidos eram famintos e, desde aquele tempo espera a hora certa pro sinal apontar, aquele sinal real como disse acima, até que no lugar de falar escrevia e escrevo, morro e digo: Devo morrer para o protagonista no texto nascer… E é tudo culpa da vitamina pensar estimulada pelo patrão, o dragão. Por este e outros motivos, o pensar, deixei de religião e tudo em sua volta, meu patrão começava a me mostrar que não era necessário tanta burocracia para fazer o certo, eu teria que criar minhas próprias regras, mas de forma cautelosa pois havia o respeito, e as pessoas tem um carinho por ele, eu devia ali me adaptar, e foi o que aconteceu e acontece, meu patrão, o dragão, me mostrara o ateísmo, que não sigo, mas muitos me chamam disso, e prefiro, mas quando você pensa de novo percebe que não é preciso segui-lo, é só ser… Você percebe que ele é você. Depois de tudo isso você gosta de ser enxergado e passa a enxergar as pessoas, passa a ouvir música boa e entende todo tipo de escolha, por que o patrão ta sempre lá pra lhe ensinar, ta sempre lá pra lhe chamar, o dragão te deixa esperto e não mostra o caminho, ele constrói com você até os calos surgirem. A informação sempre será a prerrogativa do sucesso, é James que diz isso, e continuará a dizer, se possível para os netos, e desta forma tenho um certo conhecimento, e descubro que não é “O” e sim “A”… Não era o dragão, era a consciência, e descubro que sua consciência pode ter a forma que quiser desde que ela FUNCIONE. Como base, deixo a conclusão: Conscientize: o medo cedido é maior sabedoria obtida, pra que não tenhas um futuro perdido, um presente sofrido e um passado marcado, deixe o medo de sair dos padrões de lado e arrisque criar. Qual é sua consciência?