Dublado

É dessa forma que funciona quando se conhece alguém de verdade. Fica dublado com legendas e créditos. Tudo que é dito, se completa pelo outro. É magica do conhecer, do sentir empatia… do inicio gostar. Estou a tempos sem conhecer alguém assim. Embora eu saiba que me aprofundo demais, e de vez em quando sinto a sensação de está começando a grudar demais, e recuo. Tento parecer perfeito em tudo! Tento sempre estar passando uma boa impressão, que em seguida, me deixa em depressão e é quando todo mundo vai embora. Eu estou me tornando um poço, a galera busca água e vaza! É… eu poderia ir com eles, me divertir com eles, mas… James, é aquele cara quieto, que prefere evitar; que prefere não falar; que não quer incomodar. E que devagarinho se percebe, e se vê incomodado com quem és. Eu não quero perturbar, para perturbar a mim mesmo. Eu tento deixar dublado saca? Pra todo mundo se amarrar! E quando eu abro a porta de casa, e ponho os pés pra fora, nem legendas eu vejo… linguagem estranha, não tem sentir. Pra ser sincero eu estou cansado, e os textos não estão tirando mais como antes o peso…. na verdade está mais pesado quando mais se passa o tempo. Eu sei! Eu sei que preciso além dublar, convidar as pessoas para entrarem na sala e assistirem o filme, e saberem o que sou, e porque tanto drama. Eu estou cansado, e não quero ficar parado… uma hora todo mundo vai dar play! Eu também, claro. :) :/ :|

Anelo

Eu tenho um anelo pela vida,
mas a vida nem se quer gosta de mim.
Esqueça tudo isso, e pode ir embora.
Desde menino, a gente se escondia…
Falar menos, parece preguiça, mas quem diria…
O menino suicidou. A vida não foi embora
mas sim, quem era, e não mostrava por fora

Esqueça tudo isso vai…
Quem sabe na próxima
Quem sabe serei melhor
A vida tem voltas
A vida tem cotas

Tenho anelo em viver
Mas a vida nem se quer torna assim
Esqueça tudo que sou, embora
No outro sentido, eu corria
Falar menos, é defesa de menino
E quem diria…
O menino se afagou
E não, não foi em água
Mas sim, em tudo que não dizia…
Que não botava pra fora

Mas quem diria
O menino sufocou
E tudo que tinha pra dizer
Morria no caminho do prazer
Ele foi embora, e nunca apareceu
Quem foi que disse?
Quem foi que disse que o menino escolheu?

Esqueça tudo isso vai…
Quem sabe na próxima
Quem sabe serei melhor
A vida tem cotas

– James de Oliveira /  MG

Sentença

Basicamente é o que sou. Tudo o que eu concluí até hoje, é isso!
Todas as minhas decisões são baseadas nisso. Até os momentos de felicidade são selecionados e direcionados de acordo com a minha capacidade, que infelizmente está limitada. O desejo é infinito, assim como, a imaginação é… e também, ambos idealizam dor quando se trata de sentença.
Por mais que pareça pouco, e acaba não sendo uma razão para muitas pessoas para concluir isso como uma sentença, é algo de muita importância para mim. Não se pode medir dor a partir do que fez aquela dor existir. Feridas são feridas, não é o tamanho que irá dizer se é uma prisão ou não. É claro que, com um simples ato de coragem, a situação poderia ser contrária. Mas, não se pode esquecer que a coragem tem vida, e a minha está bastante doente. Eu vivo uma sentença de fato, todos percebem, e eu mais que percebo, eu vejo. Eu sou o juiz, o réu… e a pobre vítima. Não se pode compreender, até que sim, tenha vivido uma prisão parecida. É sentença e mais alguma coisa, geralmente não é algo bom.
 
Todos os dias é dia de ver; é dia de sentir sentença.

Decência

.
No mundo estamos ativos, no mundo estamos.
A gente trabalha, melhor dizendo, pouca gente trabalha.
A gente se sente livre, porém, quem é livre afinal?
Existe o desejo, mas poucos se concretizam.
Existe o medo, e ele assassina desejo.
A gente sonha também, e chora as vezes.
A gente é decente, mas nem todo mundo usa decência.
É estranho dizer… Mas sempre existirá PORÉM!
A gente é pleonasmo, a gente vive nele.
A gente precisa explicar, que ser bom para outra pessoa é o mesmo que ser bom consigo.
É triste pensar, que é preciso ensinar que amor é reciproco.
A gente pensa demais, aí o tempo acaba, e nem um abraço se recebe.
A gente ama, mas fala de mais.
A gente erra, e errar é natureza.
Existe tudo o que é bom, entretendo, se esquece que existir é ação.
A gente é porcelana, e a raiva nos racha!
Eu, James, falo de mais, sou gente.
Mas na cabeça, existe interrogações:
O que é preciso fazer para ser bom?
O que é preciso fazer para ser útil?
O que é preciso fazer para ser único?
O que é preciso fazer para mudar o jeito de ser?

A negação me consome

Eu sou a vela assoprada.

Nos dias normais eu tento buscar sossego, pois, a tristeza do não alcançar o desejado, me faz sentir perdedor. Eu não poderia estar de outra forma, se não esta, esta… de negação. O aceitar torna-se impossível, e este foda-se que as pessoas conseguem acionar, não funciona comigo. Eu me preocupo, e ao mesmo tempo me escondo da verdade do que sou. Por mais que possa parecer uma escolha que fiz, não é. Eu não tive a oportunidade de cuidar melhor, pois não conseguia ter a noção do que poderia acontecer. Foi assim na escola também, eu não tive a noção da falta que me faria, ter os olhos mais fixados no quadro e professor. Me fodi. Perdi dois anos.

Estou sendo consumido. O alimento para urubus está à mesa. Loucura total, dizer estas palavras. Mas, não se conhece nem um pouco do que é ser louco, quando se têm o conhecimento de minha realidade, talvez… talvez, possa entender um bocado. O complexo que existe em todos esses anos, por motivo dessa falha, está anexada em todos os textos que fiz. Nessa década, eu me li sofrendo. O que eu escrevia, automaticamente era sobre a falha, sobre o que eu não faço para mudar. E por algum motivo eu tenho a certeza de que seria visível de alguma forma, caso eu resolva essa falha, pois dentro de James, existe muito mais do que o especial. Eu sou a vela assoprada e quando apagada a luz, a energia não vem, desta forma a coragem é muda, e eu… eu fico na inércia, chorando. Provavelmente isso já foi dito, porém não seria exagero repetir… Por muito tempo se espera um milagre, até se perceber que o milagre só existe quando você o faz.

Quem é James? Qual o seu valor?

Sinceramente eu me pergunto se irei ter este valor um dia, tendo em vista claro, o mundo em que vivemos, pois, não há como sair. Eu quero vida, eu quero esperança, e espero que as pessoas se orgulhem de mim. Mas, enquanto eu negar; enquanto eu bloquear esta saída, eu não irei mudar. Escrevo devido a esta falha, ela foi o meu quarto escuro de criatividade, onde eu, sozinho, percebi as pessoas e suas atitudes. Consegui olhar para as pessoas de uma forma diferente, tendo como objetivo a busca. Do que é aquela pessoa, o que ela vale…

Eu me perguntei, e me pergunto muito. Deveria também perguntar as pessoas, porém como citado, eu fui assoprado. Destino? Não! Não existe no meu mundo. Todas essas teorias do mundo de cima, não cabem no meu mundo; em minha identidade pessoa.

– De novo… a música.

Radiohead – Let Down.

Essa banda tem o costume de fazer isso, ela me acolhe, e me “criativisa”.

Quando espanto. Estou escrevendo de novo. A memória pesa, pois, lembrar do que está em mim é desmotivador. Eu preciso de uma saída de urgência. A válvula de escape, ESCREVER, não está sendo suficiente, ler tristeza é apagar futuro.

Vocês não imaginam do quão é ruim quando encontro algo ou alguém que se encaixaria perfeitamente no que sou, mas, lembrar do que sou em parte, não deixa a esperança de estar feliz, viver… e nem por um minuto. E novamente me pergunto: irei viver assim até quando?

ATÉ QUANDO VOU OUVIR E NEM SE QUER IREI dar MEU PALPITE.

Que modestamente, seria melhor em alguns casos.

Agora outra música.

Forget it – Breaking Benjamin.

Outra banda que adora me oferecer uns socos. A música é reveladora. Os sentimentos que você pensa, ou imagina não ter, são revelados na primeira frase. Os Riffs marcantes lhe oferece um selinho na consciência. Eu não sou uma pessoa perfeita, e pra ser sincero, ninguém é. Porém, sabemos que da pra ser melhor a cada dia. A perfeição é um conto meu amigo, não tente chegar lá. O que pode parecer perfeito, é personalidade, identidade… assuma sua! Estar melhor seria como gostaria de estar. Mas esquecer é algo difícil para mim. A única coisa que não esqueço é o PORÉM, ou seja, a desculpa. Perceba ao longo do texto varias.

Mais uma música… Creep – Radiohead, realmente eu sou o suco dentro desse copo. Foi feita designada para as pessoas do quarto escuro de criatividade; foi feita para quem tem vontade de correr, correr e correr. Foi direcionada, para os que complicam. E é dito: Eu não pertenço a este lugar.

Eu tenho o sonho de ser mais, e poder oferecer a todas as pessoas ao meu redor, um carinho que nunca dei, por motivo de não conseguir lidar com estes problemas. As vezes eu exagero com minha família, e grito de um hora pra outra. É algo que me frusta minutos depois, e eu me sinto muito mal com isso. Estou cansado de maquiagem. Essa coisa não funciona para todas as pessoas.

É isso que acontece quando não se tem mais para onde ir… o balão estoura. Sempre deve existir este fim, este limite. Estou perto do meu, é o que espero. O fim das lástimas e o nascimento do que é viver.

– Tenho dezenove anos de idade, e ainda não vivi.

Simetria

O perigo da minha indisciplina, é hoje, de forma totalmente infeliz resultante em dor. James obtivera com todo esse tempo uma dificuldade de se desenvolver em todos os lados, as setas, as cordas, tudo o que lhe mostrava o caminho era cheio de espinhos, desculpe, dizendo isso no passado. Era… e é! O sofrimento foi acarretado devido a esta corrupção indisciplinar. As amarras desmontam-no a cada tentativa de se tornar, e livre gritar, cantar e fazer o que gosta. Não oferece seu rosto a bater, não impõe sua personalidade; sua identidade… e ele possui tudo isso, ele é incrivelmente o cara. Os olhos olham completamente confusos, pois enxergam o melhor que realmente ele pode ofertar, mas ele não funciona. Qual será o problema? Vejamos: é realmente isso que se deve perguntar? Qual será a solução. A mutação foi constante, viveu em várias cidades, viu vários rostos e sentiu muitas vezes. James bebia da água magoada das pessoas que conhecia, o olhar pra si mesmo inexistente, e a assistência de pessoas dezoito ainda menor do que se espera. Os detalhes do molde ficaram grudados nos dedos, e James partiu, ele se quebrou. A saudade que poderia; a experiência que poderia; o trabalho que poderia; o reconhecimento que poderia existir morreu prematuro. James é semelhante a uma esponja, absorve tudo, e compara com sua condição, e sempre isso lhe deixa mal, o otimismo passa a ser pessimismo, e ele se culpa com o desejo de voltar ao tempo, mas sabemos que não se pode voltar ao tempo. Mais um prego em minha cruz. Enquanto não existir coragem para querer ir para o futuro, não haverá mudança. A simetria requisitada para o equilíbrio de suas emoções é uma parte física de James, será um efeito dominó, assim que mudar UM, haverá o contínuo progresso. E James será reconhecido.

(usei meu nome, mas é um alter ego – O Monstro.)

O DRAGÃO

Toda vez em que me encostava na cama, vinha em minha cabeça, o dragão. Junto com ele, sempre vinha a dor, e minhas veias pulsantes me obrigavam a tomar todos os remédios possíveis… apenas pela dor insuportável na cabeça; Apenas pelo meu patrão, o dragão.
O que eu imaginava, era desejo, aquele que a gente não sabe que têm, mas que fica enjaulado até o cadeado não ter força e despedaçar-se e, sua vida começa, você deixa de sobreviver, e tudo pelo o dragão. Agora sou um idealizador de muitos sonhos pelo simples ato de me encostar na cama e pensar. Pensava sobre minha empresa, em tudo que poderia conquistar, sobre o quanto eu poderia ajudar, e a logomarca, era ele… O dragão! Comecei a ser outra pessoa, e a dor na cabeça cada vez mais constante parecia sinais, estes que só acredito nos reais, que vejo. E novamente por pensar, passei a deixar de só pensar, e comecei a falar olhando para o espelho, louco, como diziam, e em seguida nasceram várias frases e textos, que poucos se interessariam a ponto de ler é claro. Com o passar dos tempos, vieram as lentes, que derrubaram a dor por um tempo, mas só por um tempo, enfim. O pensar sem dúvidas me transformara, seria metamorfose? Pensava de novo, e de repente mais perguntas como: É só comigo, ou todos os seres passam pelo o dragão. As minhas falas em público foram ficando sem volume, mas os meus ouvidos eram famintos e, desde aquele tempo espera a hora certa pro sinal apontar, aquele sinal real como disse acima, até que no lugar de falar escrevia e escrevo, morro e digo: Devo morrer para o protagonista no texto nascer… E é tudo culpa da vitamina pensar estimulada pelo patrão, o dragão. Por este e outros motivos, o pensar, deixei de religião e tudo em sua volta, meu patrão começava a me mostrar que não era necessário tanta burocracia para fazer o certo, eu teria que criar minhas próprias regras, mas de forma cautelosa pois havia o respeito, e as pessoas tem um carinho por ele, eu devia ali me adaptar, e foi o que aconteceu e acontece, meu patrão, o dragão, me mostrara o ateísmo, que não sigo, mas muitos me chamam disso, e prefiro, mas quando você pensa de novo percebe que não é preciso segui-lo, é só ser… Você percebe que ele é você. Depois de tudo isso você gosta de ser enxergado e passa a enxergar as pessoas, passa a ouvir música boa e entende todo tipo de escolha, por que o patrão ta sempre lá pra lhe ensinar, ta sempre lá pra lhe chamar, o dragão te deixa esperto e não mostra o caminho, ele constrói com você até os calos surgirem. A informação sempre será a prerrogativa do sucesso, é James que diz isso, e continuará a dizer, se possível para os netos, e desta forma tenho um certo conhecimento, e descubro que não é “O” e sim “A”… Não era o dragão, era a consciência, e descubro que sua consciência pode ter a forma que quiser desde que ela FUNCIONE. Como base, deixo a conclusão: Conscientize: o medo cedido é maior sabedoria obtida, pra que não tenhas um futuro perdido, um presente sofrido e um passado marcado, deixe o medo de sair dos padrões de lado e arrisque criar. Qual é sua consciência?

Acúmulo 19

A diferença de ambiente tira minha conhecida criatividade. Adaptar-se para viver passa a ser a minha sede principal… Onde estarão as perguntas, quando meu cérebro necessita responde-las?!  O acúmulo de ilusões se torna o golpe mortal menos querido, não muito amável… O espaço deve ser reconquistado, onde a glória é a última que vive. Irei obter coragem porque eu idealizo muito o futuro e  para arriscar necessita-se coragem. A sinapse de meus sonhos torna melancólico o desejo e a neuropatia me aguda, me deixando ao alto onde proclamo pela o conhecimento que espero que tenham todos. Incompatível, irreversível o ato feito, em toda esquina em que conheço alguém experiente, desejo ter este reciproco conhecimento e digo irreversível porquê conhecimento ninguém irá tira-lo, é seu, guarde. As coisas funcionam quando você consegue compreender e ser compreendido por outro ser, desta forma as coisas fluem, a vida cresce, você se torna melhor. Depois de tanto tempo me sinto vinho, e quero ser muito mais valioso com o passar do tempo, eu quero ser reconhecido pelo o que me tornei. Treze de setembro, meu aniversário… Mais um ano passa, e escrevo simples para me desejar parabéns. São apenas dezenove tentativas acumuladas em um cérebro simulado pela razão obtida nesta pouca história, eu desejo ser grande, eu desejo ser mais. Não é ganância, é… aproveite a vida enquanto podes ser melhor. Os anos servem para avisar que passou, e espero que este passou não inclua as boas ações.

Passionais

Existem histórias que servem apenas para se contar, porque nem sempre o que se viveu servirá de exemplo para o que se pode conquistar, desde que então esteja se baseando em sua história. Sou passional, odeio carnaval, e com isso digo que a ponta do início do começo na cabeça do minuto me deixa tonto todo besta quando sinto, quando amo sem ser amado na verdade. Pensando em o que eu iria fazer para botar a minha sensação de querer de nova foto de vida, de fotos de amor. Eu quero tirar mais uma fotografia de amor, sem usar o flash, para não ficar muito meloso, mas, me arrependo e lembro que sou um doce, atraio muitas formigas, por isso acabo me afogando as vezes, e por isso desisto da vida, e nunca completo a desistência, mas sei que um eu irei conseguir, e me desculpe, Eu James iriei partir. Ser dramático quando ouve música me torna uma falácia sempre quando digo que tenho força. SER SENSÍVEL também é um dos grandes erros genéticos ou frenéticos que se tornam frequência de acordo com a frequência que minha história vem se criando. Desânimo tenho bebido todo fim de dia na sexta, quando os dias de semana se esgotam, e chega aquele sábado que eu iria convidar para aquela luz tela quadrada, podermos apreciar, não é concreto, nem se completa. É um desespero guardar muita coisa na cabeça, pois não há alguém que pense tão bem, a ponto de fazer, a batida do coração diminuir, quando seus olhos se juntam com aqueles outros olhos… e infeliz eu de novo passional demais para ser mentira, e acabo me derramando na cama, mas, ela não tem a mesma utilidade como sempre, apenas se torna um “T”… Tédio. E sem respostas, sobre amor, sobre vida, sobre morte, não sei se valeria a pena, partir e por este motivo, o valer a pena, eu ainda não fui. Sou orgulhoso de mais a ponto de saber que posso provar todas as minhas mascaras e qualidades, visando sempre o meu brilho e o seu bem. Eu perderia muita coisa, que eu poderia ter, pra agora, por alguns minutos ter você. E por assim, tão cinema esse meu jeito, tão teatro essas minhas lágrimas, um dia também já havia pensando em chorar como ator, para fingir que é cena, e conseguir chorar em uma cena que queria que ocorresse. A cena pode ser falsa, mas, enganar o sentimento ninguém é poder para fazer desta maneira. Sou passional, sentimental e ainda tento pensar, mas mesmo tendo razão, a emoção descontrola todo tipo de frequência que havia então criado, por isso minha história deixa de funcionar, não é pilha que falta, é vontade, porque eu sou um ser, e ser sente. O mundo com sua maneira fria de se mostrar mesmo não sendo ele, me machuca. Não tem sentimento sem pessoas, sem abraços… e esse sentimento da cabeça é suicídio e não quero faze-lo. Pensar, pensar e penso porque estive sozinho este tempo todo, mas se houve pessoas, eu não pensaria tanto, eu iria me importar em só amar, e agora pensando tanto, percebo que preciso, eu sou falta daquele que se diz o mais vazio, é tristonho, mas, seu eu não digo, continuarei pensando, e só pensar não basta, a gente pensa, pra poder falar bonito pra alguém a ponto de faze-la lhe amar, mas achar alguém e faze-la sentir, nem o mais pensado há de conseguir, não… Não tem destino, tem estrada, e ela só existe quando queremos. Eu sinto a todo tempo, e escrevo a todo tempo, fica na cabeça e só as vezes, eu choro aqui, porque como eu disse, a gente pensa para falar bonito e agradar alguém, sou evolução, e o processo é doloroso… Seja bondoso com quem quer dizer, ouça.