Loucura

Tato‬ na ‪‎loucura‬

Parafuso quebrado, dor para mal sentido, falta de entidade. Errei no enroscar na maturidade. Sinceridade faz funcionar, a mentira que é paraplégica, não pode andar. O pente que não penteá o penteado. Cabelo bagunçado, paletó amassado, me livro do pano, a nudez faz de mim normal. Acelere seu navio, vire a esquerda, viva GPS. Cores, limitação, cor de flora, mistura tudo e explora-me. Entre no meu destino, viva meu paraíso, sonhe o comigo, sexia-me. Meu corpo se dobra, imagina, seu corpo inundar. De tanto rabiscar, pote de palavras para catar. Montar o quebra-cabeça, para se ver, para ler, e sentir algo esquentar. Os corpos, poros, mortos, cloro para sumir, desapareça o usar. O desejo de beijar já se some, ao dormir, o sonhar que é sensação, é a droga ritalina de sua realidade de invasão… para que pensar, se sem, ficamos felizes em escuridão que não tem mãos, onde estão meus professores? Não dá para andar sozinho, quando se sente o perdido… vai, se solta, se joga, se borra, se escreva, se leia e se grude, abrace, lhe contorça… compareça na invasão de minha intimidade, mostre para todos: o ser humano. A loucura indefinida entre padrões. Sinta vontade de desejar para ser sentido. TOQUE-SE. GOZE!

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